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Tema Oral 23

Complicações em Pós-operatório de Aneurisma Abdominal

Monerat, Camila César - Serviço de Terapia Intensiva do Hospital dos Servidores do Estado ( H.S.E. - R.J. - M.S.

Fernandes, Márcio Júnior - Serviço de Terapia Intensiva do Hospital dos Servidores do Estado ( H.S.E. - R.J. - M.S.

Varaschin, Pedro Alberto - Serviço de Terapia Intensiva do Hospital dos Servidores do Estado ( H.S.E. - R.J. - M.S.

Apresentam-se as dificuldades ocorridas e as suas soluções possibilitando alta em boas condições. G.T.S., 72 anos, sexo masculino, iniciou em 03/05/02 quadro de hipotensão arterial associado a dor abdominal difusa. Foi submetido à TC de abdome em caráter de urgência, evidenciando aneurisma roto de aorta abdominal infrarenal, sendo encaminhado ao Centro Cirúrgico em seguida. Sofreu parada cardiorespiratória revertida prontamente durante a indução anestésica. Foi submetido a aneurismectomia e bypass aorto-bifemoral.

Deu entrada no CTI após 4 horas de cirurgia, hemodinamicamente estável, sem aminas e acoplado à prótese ventilatória. Evoluiu, no 2.° dia de pós-operatório, com elevação dos marcadores cardíacos associada a alterações eletrocardiográficas, configurando IAM de parede anterior. Foi iniciado tratamento anti-isquêmico ocorrendo, mesmo assin evolução para choque cardiogênico, sendo necessário o uso de dopamina, dobutamina e monitorizaçã, hemodinâmica invasiva com cateter de Swan Gans. Após 96 horas de evolução, foram retiradas as amina vasoativas, sendo o paciente extubado.

Manteve estabilidade clínica por 96 horas, evoluindo, então com febre, hipotensão arterial, leucocitose cor desvio para a esquerda, icterícia e insuficiência respiratória, quadro este compatível com choque séptico, sendo necessária reintubação, ventilação mecânica suporte inotrópico farmacológico, além de antibioticoterapia de largo espectro. Onze dias após, recebeu alta do CTI, permanecendo no hospital por mais 10 dias, quando obteve alta hospitalar.

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